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Esta época, o 1º de Agosto leva grande vantagem sobre o seu rival petrolífero. Os adeptos do Petro, refugiam-se no facto de terem apenas dois jogadores da posição cinco e o dagosto ter quatro, e que quando o americano e o Abdel começarem a jogar, as coisas irão mudar. Como é que o Petro – que até foi buscar o Musadi ao 1º de Agosto – não consegue manter o Francisco Jordão e reclama da posição cinco. Na minha opinião, o dagosto está a vencer os jogos, por causa da maturidade dos seus atletas, aliada a boa gestão do plantel por parte de Luís Magalhães. O Petro tem um jogo exterior muito forte e que quando muito bem aproveitado, não se nota a ausência dos postes, mas os seus jogadores são muito imaturos, chegando mesmo muitas vezes a se emocionar e jogarem de forma individual para o público, do que primarem pelo colectivo, e como se não bastasse, o técnico Ginguba utiliza muito os atletas Mingas, Carlos Morais, Luís Costa e Milton Barros até ao limite. Os menos utilizados só são chamados em momentos críticos, e entram menos confiantes, e como se não bastasse, tarda muito nas substituições e pedidos de minutos de desconto. No último jogo ( 80 – 75 ) para os militares, Domingos Bonifácio quando entrou, diminuiu a desvantagem de 17 para 9, mas em menos de cinco minutos foi substituído por Crooks que foi uma nulidade.
João Augusto, adepto do 1º de Agosto.
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O Petro de Luanda vai de mal a pior no basquetebol nesta época desportiva, pois não tem conseguido se impor diante do seu arqui-rival 1º de Agosto que, com a contratação do técnico português Luís Magalhães, tornou-se no papão da modalidade, retirando a hegemonia que a equipa do eixo-viário ostentava. Os militares conquistaram já a Supertaça “Wlademiro Romero” e esperam levar também para a sua galeria o trofeu referente ao Campeonato Nacional. Nesta altura quem não pode ter um sono tranquilo é o técnico petrolífero, Alberto de Carvalho, “Ginguba” a quem os adeptos do clube podem pedir a cabeça, pois não encontra soluções para inverter o curso dos acontecimentos. Se as opções técnicas não têm sido das melhores só ele sabe, mas a verdade é que Ginguba já não sabe que argumentos vai apresentar devido às derrotas da equipa que orienta frente aos militares. O barco petrolífero está a navegar em águas turvas e corre o risco de afundar...
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